Diamante ou commodity?


Tudo depende de nós. Só que, a pergunta a seguir é: estamos conscientes?

A resposta, nesse caso, é mais rápida e certeira: NÃO.

Bem, do que estamos falando? Certamente, você em seu dia-a-dia, acessa sites, baixa aplicativos, faz transações no internet banking, etc, etc. Então, teve (e tem) que fazer o tal cadastro para obter isso ou aquilo.

Aí é que está a questão: nossos dados, VALEM MUITO MAIS, que diamantes – ou pedras ainda mais preciosas, como painita, alexandrita, tanzanita, entre outras.

Quando acordarmos da importância, e do VALOR que há nos dados coletados por meio do tal cadastro, aí, reverteremos a situação. Para tudo, hoje, você tem que fazer um cadastro. Todos querem seus dados.

O futuro (em alguns lugares, já é presente, como na Suécia, onde uma empresa já utiliza o implante de chip para controle de passagens em linhas de trem – o Scanna chip).

Já temos histórico de redes como Facebook, Google, Instagram e tantos (todos) outros, que estão servindo de coletores de dados para desenvolvimento de verdadeiras joalherias – considerando os valores dos dados minerados em tantos meios.

Os animais, há tempos estão sendo chipados. Agora, chega nossa vez: RG, CNH, CPF, tudo deverá ser unificado e, por meio de um ‘grão de arroz’, implantado em nossas mãos. Ou, em outras maneiras que representem sistemas de passagem ou de transição, nas quais os RFID, controlam vendas, estoques, e pagamentos. Seus dados, cadastrados no sistema das lojas, são fornecidos ao vendedor e a conta… você recebe por meio dos cartões de crédito.

Em agosto de 2018, foi promulgada a Lei nº 13.709/2018, a Lei de Proteção de Dados Pessoais, seguindo alguns padrões definidos na Europa. Só que, como vocês sabem, seriedade não é nosso forte. Assim, muitas das punições lá previstas, cá, não acontecerão tão verdadeiramente. Então, salve-se quem puder, já que o conceito de IoT (Internet das Coisas), está sendo interpretado, por muitos profissionais e especialistas, como Internet of Threats (Internet das Ameaças).

Portanto, esse tesouro, ainda está em suas mãos. VALORIZE-O o quanto puder. Não ceda, tão facilmente seus dados a qualquer cadastro, por aí. Além do valor intrínseco, está sua segurança.

Diamante ou commodity?

Tudo depende de nós. Só que, a pergunta a seguir é: estamos conscientes?

A resposta, nesse caso, é mais rápida e certeira: NÃO.

Bem, do que estamos falando? Certamente, você em seu dia-a-dia, acessa sites, baixa aplicativos, faz transações no internet banking, etc, etc. Então, teve (e tem) que fazer o tal cadastro para obter isso ou aquilo.

Aí é que está a questão: nossos dados, VALEM MUITO MAIS, que diamantes – ou pedras ainda mais preciosas, como painita, alexandrita, tanzanita, entre outras.

Quando acordarmos da importância, e do VALOR que há nos dados coletados por meio do tal cadastro, aí, reverteremos a situação. Para tudo, hoje, você tem que fazer um cadastro. Todos querem seus dados.

O futuro (em alguns lugares, já é presente, como na Suécia, onde uma empresa já utiliza o implante de chip para controle de passagens em linhas de trem – o Scanna chip).

Já temos histórico de redes como Facebook, Google, Instagram e tantos (todos) outros, que estão servindo de coletores de dados para desenvolvimento de verdadeiras joalherias – considerando os valores dos dados minerados em tantos meios.

Os animais, há tempos estão sendo chipados. Agora, chega nossa vez: RG, CNH, CPF, tudo deverá ser unificado e, por meio de um ‘grão de arroz’, implantado em nossas mãos. Ou, em outras maneiras que representem sistemas de passagem ou de transição, nas quais os RFID, controlam vendas, estoques, e pagamentos. Seus dados, cadastrados no sistema das lojas, são fornecidos ao vendedor e a conta… você recebe por meio dos cartões de crédito.

Portanto, esse tesouro, ainda está em suas mãos. VALORIZE-O o quanto puder. Não ceda, tão facilmente seus dados a qualquer cadastro, por aí. Além do valor intrínseco, está sua segurança.

quem está no foco das mudanças?

dtcloud

Você não está conseguindo acompanhar, nem se dedicar, as mudanças? E, olha, que estamos bem no olho do furacão. É a mais nova onda: alta, forte, exponencialmente veloz. O grande problema é que a ‘doença da zona’ (a da dificuldade em sair da zona de conforto), representa uma barreira intransponível. Afinal, acreditando nisso, você encontra desculpa ideal para justificar o empacamento. Imaginem as dificuldades de todos os gestores, à época das ondas de mudanças anteriores. Imagine como foi no surgimento da Era Industrial – uma transformação tamanha que, quase, aniquilou os artesãos.

Precisamos sair da inércia. Isso é possível e, creio, muito motivador. Mudar a cultura organizacional, é um grande desafio. Mas, necessário. A não ser que a organização já tenha cumprido sua missão.

A propósito, essa deve ser uma das grandes mudanças: a razão de ser de uma organização. Empresas essencialmente voltadas à obtenção de lucros, sem as devidas preocupações com suas reais obrigações sociais, tendem ao desaparecimento. Se você estiver numa dessas organizações, mantenha-se na zona doente.

O futuro da pesquisa: pesquisa é o futuro )(The Future of Search: Search IS The Future

See on Scoop.itInovação e Educação

O que está vindo para SEO? 2014 e os próximos anos serão dedicados a melhorar a qualidade da pesquisa e SEOs / marketing digital será necessário para expandir seu alcance a fim de permanecer à frente da pesquisa.

 

Para resumir bem sucedida de SEO irá contar com:

 

– Um melhor entendimento do público em ambos os níveis globais e pessoais;

– Uma viagem de usuário otimizada através de dispositivos;

 

– Menos e mais conteúdo personalizado centrado no usuário;

 

– O desenvolvimento de competências “real” e autoridade;

 

 -Ser pró-ativo na adoção semântica e otimização de padrões web.

 

Leia mais:  http://moz.com/ugc/the-future-of-search-search-is-the-future

See on moz.com

What’s Our Vision for the Future of Learning?

See on Scoop.itInovação e Educação

Author David Price writes: “If schools are coming into direct competition with the learning opportunities available in the informal social space, it has to be said that this is a pressure, which barely registers within the political discourse.

 

In the following pages, Price describes three cases across the globe — in London, Sydney, San Diego — that have mapped a vision that answers the questions above. Here’s what they have in common:

 

– By insisting that their teachers and mentors share their learning, all three have de-privatized teaching and learning.

 

– By opening up the commons, and by designing workspaces without walls, they have brought Edison’s ‘machine-shop culture’ into education.

 

– By bringing into the commons, experts, parents and investors, they have given an authenticity to the work of their students that is impossible to simulate in an enclosed classroom.

 

– By modelling collaborative working to their students they have fostered the peer learning which is at the heart of ‘open’.

 

– By emphasizing adult and real-world connections, they ensure that students are preparing for the world beyond school by being in that world.

 

– By making their expertise and intellectual property freely available, they have created high demand from their peers and ensured that knowledge travels fast.

 

– By seeing technology not simply as an aide to learning but as the imperative for change, they ensure that their programs are relevant to societal needs and societal shifts.

 

– By trusting in their staff and students, and by giving them freedom and responsibility in equal measure, they have fostered a culture of learning that rewards respectful challenge, shuns unnecessary deference, and therefore constantly stays in motion.

 

Laércio Bento‘s insight:

Por muitas razões, uma postura de maior envolvimento, compartilhamento, comprometimento e autonomia, faz todo sentido para tornar o ensino mais efetivo e atraente.

 

See on blogs.kqed.org